7 indicadores para a gestão da clínica odontológica
Faturamento só diz o que já aconteceu. Os indicadores dizem por quê, e mostram o problema enquanto ainda dá para corrigir. Você não precisa de dezenas: estes sete cobrem quase tudo o que importa num consultório.
1. Taxa de ocupação da agenda
Horas com paciente divididas pelas horas disponíveis. É o indicador que mais pesa no resultado, porque o custo do consultório é o mesmo com a cadeira cheia ou vazia.
2. Taxa de faltas
Faltas divididas pelas consultas marcadas. Se passa de um dígito, a confirmação da véspera é o primeiro lugar para mexer.
3. Aprovação de orçamentos
Orçamentos aprovados divididos pelos apresentados. Mostra se o paciente entende o tratamento e consegue pagar por ele.
4. Ticket médio
Faturamento dividido pelo número de pacientes atendidos no período. Ajuda a ver se o consultório depende de muito paciente com tratamento pequeno ou de pouco paciente com tratamento grande.
5. Inadimplência
Valor vencido e não pago dividido pelo total a receber. Olhe também a idade da dívida: atraso de uma semana é lembrete, de três meses é problema.
6. Retorno de pacientes
Quantos pacientes atendidos há seis meses ou um ano voltaram para a revisão. Paciente que volta custa muito menos do que paciente novo. Veja como montar o recall.
7. Origem dos pacientes novos
Pergunte na primeira consulta como o paciente chegou: indicação, Google, Instagram, convênio. É o que diz onde vale investir tempo e dinheiro em marketing odontológico.
Como acompanhar sem virar trabalho
Escolha um dia do mês para olhar os sete números, sempre no mesmo dia, e compare com o mês anterior. A tendência importa mais que o número isolado.
